Molhados

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Prefiro amar mais

Quando amo sou invadida por uma alegria sem medida. Vivo cada segundo como se fosse o último. Última chance para amar. Última chance para usar o coração e bloquear a mente, tão cheia de razão. Amo mais ainda que em vão. Amo mais ainda que só. Amo mais ainda que não saiba o caminho que estou seguindo. Temo que as pessoas não sintam o mesmo, que prefiram morar numa concha. Temo não encontrar "coração na mão" como encontro quando me olho no espelho.
Prefiro amar mais. Prefiro cantar mais, rir mais, abraçar mais, conhecer mais, doar mais. Sendo assim, prefiro correr riscos demais. Todos os riscos que envolvem toda e qualquer relação. Sou fascinada por aquela coisa do apego, de não conseguir dormir, de não conseguir comer e pela capacidade que a gente assume para transformar garoa em vendaval. A vida é tão breve. Passar por aqui não é viver. Viver é assumir. Viver é se entregar. Prefiro amar mais mesmo tendo perdido inúmeras guerras contra o esquecimento. E aprendi que de fato, é uma missão imposível para quem ama "mais que tudo".
Ame. Doe. Viva.






5 comentários:

  1. dar amor e receber amor é simples na teoria. na prática é algo que nem tanto, mas mesmo assim, dÊ sempre amor.

    beijo.

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  2. Nossa parece que você escreveu esse texto pra mim,foi o que eu senti quando o li,pois eu amo na mesma intensidade que você o escreveu...parece que foi feito pra mim!rsrsrsrrs

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  3. Aiin... Obrigada pelos comentários! E a intenção é sempre essa, textos que partem do que eu sinto parecerem que saíram, também, de quem os lê. E sim, "...é sempre amor mesmo que acabe (...) É sempre amor mesmo que mude..." (Bidê ou Balde)

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  4. perfeito... mas gosto das complicações... como dizia cazuza... "raspas e restos me interessam..." o desafio do amor está nisso... na descoberta... no desafio diário de fazer o outro te amar por meio daquilo que você identifica como amor... se amar fosse fácil e indolor acho que naum teria o mesmo gosto... não pela dor do fim ... mas pela felicidade da conquista... sabe quando vc sai correndo atrá do sorveteiro e cansada sem ar no pulmão o alcança... como o sorvete com sabor de vitória, não por que era o servete de banana delicioso ou a casquinha de chocolate, mas porque conseguiu alcnçar o sorveteiro e naum perdeu a aportunidade... sem ar, com dor nas pernas... mas com o sorvete na mão... sabe que ele vai acabar... mas saboreia até o fim sem disperdiçar uma gota dele... porque custou seu esforço... beijus

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  5. "É sempre amor, mesmo que acabe
    Com ele aonde quer que esteja
    É sempre amor, mesmo que mude
    É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou"!

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