Molhados

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Ás vezes e sempre você

Novamente entro em mim.
Vasculho o que você deixou e encontro nossos sonhos no chão.
E quando não há mais nada a fazer
Quando só resta chorar
Quando vivo o limite de tudo
É quando começo a sorrir.

Novamente você me remete a um lugar que
criei sem saber as consequências.
Onde viver implica te ter.
Onde ser feliz dura um instante.

Em todo esse sufoco de sentimentos que morrem
Que revivem,
Te levo assim, em mim.
Num lugar que ás vezes esqueço,
Ás vezes protejo
Ás vezes destruo.
Novamente você.
Sempre longe.
Sempre perto.
Sempre inevitável.

5 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. amiga realmente não tenhu como "exprimir" de dentro de mim um sentimento maior que não seja de admiração, e quando digo "exprimir" no sentido mais chulo da palavra, tirar de dentro, arrancar de dentro, um sentimento que não seja o dito. pois além de me ver em muitos dos seus textos. Acredito que esse processo transitório, dolorido que é o amor e que é ao mesmo tempo o sofrimento da perda ou a imprecissão do talvez, transcrito, codficada e cripitografada por você para as palavras, desmotra o quão jovens somos, mesmo quando ditos maduros, o quão frájeis e mesmo quando fortes. a imprecissão, a instabilidade a insegurança, amigas inseparáveis do amor, fortes cuadjuvantes da raiva e do ódio... semtimentos insanos e incertão, tão humanos que como fantoches nos dominam... somos lideres dos nossos desejos? ou somos bonecos, brinquedos sendo manusiados por outrém? e sempre a dúvida... oh duvida cruel que me corroe dia a pós dia e que me faz cada dia mais e ao mesmo tempo cada dia menos... é o virer e morrer... como diria o poeta... AMOR SEMPRE O AMOR...

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  3. intensamente transparente, verdadeiro...
    Parabéns!

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  4. Salve, salve, tanto talento! =)
    rsrs.. obrigado pelo elogio; belo blog tb!
    beijos.

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  5. retribui a visita , e acabei gostando bastante rs
    belas palavras , belo blog !

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