Molhados

quarta-feira, 24 de novembro de 2010


Às vezes me guardo, outras me gasto. Só pra conquistar de forma amarga o meu equilíbrio. Gosto de pensar que flutuo enquanto ando e imaginar que estou brincando no meio-fio, como criança que esquece o perigo.
Quando meus ossos doem de tanto querer, contraditoriamente meu coração bate mais forte. Estou viva.

14 comentários:

  1. Nos sentir vivos valem os sacrifícios.
    Bjs.

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  2. Essa de se guardar e se gastar
    se gastar e se guardar
    acaba por nos deixar vulneráveis
    Há tudo e há todos
    todos por desconfiança
    e a tudo por medo..


    Cada vez mais lindo teu cantinho


    Beijos flor

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  3. um ótimo sinal que a vida ainda passa por suas veias...
    linda reflexão

    Beijos

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  4. Ossos, Ana, moído do ofício querer. Vôos oníricos. Equilíbrio emocional. Poema pulsante... vida errante. Beijos de equilíbrio

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  5. Um poema de vida!!!!!

    Adorei!!!!

    bjos querida!

    Zil

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  6. pelas nossas sensacoes de vivir de sentirnos vivos bem vale tudo sempre e quando o nosso coracao fale alto ... viver sempre con amor e base da felicidade

    saludos amiga
    abracos
    otima semana

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  7. ana,

    Há sempre que sentir os dois lados, para podermos encontrar o fio condutor.

    Belo como sempre.

    bj

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  8. Ei! Vim te convidar para um desafio muito interessante chamado Desafio dos 7. Passa lá no Memórias para conferir!!! Bjs.

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  9. Ana, não dá para esquecer de você nem do Molhe-se. Que bom que você gostou do desafio! Excelente prova para você no domingo, que você seja iluminada na realização da mesma. Ótima viagem para você! Bjs!!!

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  10. Oxe como é que eu não comentei nesse?!! Adorei!! Muito bom!

    :o)

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